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Estabilidade no Trato Digestivo
Quantum Fitase foi desenvolvida a partir de uma
molécula básica, especificamente
selecionada por sua alta atividade e inerente
resistência às enzimas gástricas
e condições de acidez. Sua produção
num sistema de levedura dá à Quantum
Fitase maior estabilidade contra a digestão
gástrica.
A capacidade de Quantum Fitase de decompor o
fitato logo no início do processo de digestão
já foi claramente estabelecida.
Para se conseguir a liberação máxima
in vivo do fósforo-fitato, a fitase ideal
tem que funcionar no ambiente ácido do
segmento superior do trato gastrointestinal dos
suínos ou das aves. As pesquisas têm
demonstrado que a inerente estabilidade de Quantum
Fitase no estômago e no duodeno dos frangos
de corte excede a estabilidade das fitases derivadas
de outras fontes.
Numa simulação do trato digestivo
de porcos contendo pepsina e pancreatina, Quantum
Fitase comprovou quase 100% de atividade após
60 minutos de incubação. Esta estabilidade
gástrica superior, comparada a outras fitases,
proporciona a base para uma prolongada liberação
de fósforo-fitato no animal.
| Phytase |
Pepsina |
Pancreatina
|
| Aspergillus ficuum1 |
25.9% |
22.6% |
| Aspergillus ficuum2 |
32.2% |
26.7% |
| Peniophora lychii3 |
1.8% |
0% |
| Aspergillus awamori |
8.1% |
0% |
| Bacillus subtilis |
19.3% |
91.1% |
| Quantum |
94.6% |
95.9% |
|
Simulação de intestino de porco
- porcentagem de atividade restante após
60 minutos em cada fase digestiva
1 Produzida em Aspergillus niger - Produto
produzido em escala industrial
2 Produzida em Brassica napus - Produto produzido
em escala industrial
3 Produzida em Aspergillus oryzae - Produto
produzido em escala industrial
4 Produzida em Trichoderma reesei - Produto
produzido em escala industrial
Igbasan et al, 2000
A atividade relativa de produtos de fitase revestidos
vs. fitases não-revestidas (inclusive Quantum
Fitase) nos ambientes gástricos não
foi claramente estabelecida.
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